Por aqui, queremos trazer conhecimento sobre sua saúde reprodutiva, oferecendo de maneira personalizada o melhor tratamento de acordo com seu planejamento reprodutivo.
A gestação deste sonho começa aqui!
Por aqui, queremos trazer conhecimento sobre sua saúde reprodutiva, oferecendo de maneira personalizada o melhor tratamento de acordo com seu planejamento reprodutivo.
A gestação deste sonho começa aqui!
O congelamento de óvulos é benéfico para as mulheres que desejam preservar sua fertilidade para o futuro. Através de consultas e exames, entendemos melhor sua saúde reprodutiva e traçamos o melhor plano. Partimos então, para a estimulação ovariana – período no qual a paciente faz uso de medicações em casa e acompanhamento ultrassonográfico na clínica.
Após aproximadamente 8 a 12 dias de estimulação dos ovários, realizamos a captação dos óvulos em laboratórios parceiros. E é ali mesmo onde seus óvulos ficam congelados para o uso no futuro!
Quando, por algum motivo, o óvulo e o espermatozóide não se encontram naturalmente, a fertilização in vitro permite que esse encontro ocorra no laboratório! Através da estimulação ovariana – período no qual a paciente faz uso de medicações em casa e acompanhamento ultrassonográfico na clínica – os ovários são potencializados para que disponibilizem o maior número de óvulos possível.
Após aproximadamente 8 a 12 dias de estimulação dos ovários, realizamos a captação dos óvulos em laboratórios parceiros, onde os óvulos são fertilizados com os espermatozóides. Depois de alguns dias, o embrião já pode ser transferido para dentro do útero!
A inseminação pode ser um caminho mais simples para alguns casais! Através de consultas e exames, identificamos se o casal é um candidato à inseminação. A partir de então, partimos para a estimulação ovariana – período no qual a paciente faz uso de medicações em casa e acompanhamento ultrassonográfico na clínica. Quando os ovários estiverem prontos, estimulamos a ovulação e introduzimos o sêmen processado dentro do útero.
Depois disso, é torcer para que o encontro aconteça e aguardar a gestação!
Para mulheres que apresentam ciclos menstruais muito longos e ovulação pouco previsível (como aquelas com síndrome dos ovários policísticos) programar a ovulação e, consequentemente, o melhor período para ter relações sexuais, pode ser uma opção.
Através de uma consulta e alguns exames, identificamos se o casal é candidato à relação sexual programada.
Bem-vindo(a), pode chegar!
Que bom que você reservou um tempo para cuidar da sua saúde e do seu planejamento familiar!
Por aqui, você vai encontrar uma ginecologista e obstetra que desde o início da formação é apaixonada por trabalhar com a vida! Ao longo do caminho, busquei uma formação séria para solidificar esta paixão.
Graduada como médica e ginecologista-obstetra pela Universidade Federal de Santa Catarina – com experiências acadêmicas em Portugal e França – tive meu coração fisgado pela área da fertilidade!
A especialização em Reprodução Assistida pela Universidade Federal de São Paulo veio para me trazer todo esse conhecimento profundo (e lindo!) que envolve alcançar uma gestação!
Sinto-me honrada por, através da Reprodução Assistida, poder ajudar meus pacientes a alcançar o sonho de ter uma família!
Com olho no olho, escuta atenciosa – e por que não um café? –, estarei lhe esperando!
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Preparado para iniciar sua jornada em direção à maternidade com a Dra. Mariana? Preencha o formulário e dê o primeiro passo para transformar seus sonhos de família em realidade!
R. Karl Richter, 16 – Morumbi, São Paulo – SP, 05709-030
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(11) 96396-6566
Se você é de qualquer lugar do Brasil, fora de São Paulo, agende sua consulta online. Teremos o prazer de te atender.
Quando você, por algum motivo, pensar em preservar sua fertilidade para o futuro.
Dentre as várias razões, aí vão algumas:
Oficialmente, não existe uma idade limite. Mas… existe uma idade recomendada? Sim!
O cenário ideal é que nossos óvulos sejam congelados antes dos 35 anos, a fim de preservarmos a qualidade dos óvulos mais jovens.
Não. Existe um grande tabu em relação aos hormônios utilizados para a estimulação ovariana e suas doses. Então… vamos quebrar esse tabu!
Mensalmente, seus ovários vão até o estoque de óvulos e selecionam “os óvulos do mês”. Durante o seu ciclo, seus hormônios fazem com que um dos óvulos se destaque, cresça e “vá para a vitrine”. Esse é o óvulo que será ovulado e terá a chance de encontrar um espermatozóide.
Na estimulação ovariana, o que fazemos é tentar que não apenas um, mas a maior parte daqueles óvulos recrutados do estoque cresçam, amadureçam e “cheguem até a vitrine” para que possamos captá-los. Ou seja, a ideia é tentar recuperar aqueles que já seriam descartados de qualquer forma.
Para isso, usamos doses mais altas que as nossas doses de hormônios naturais e os principais efeitos relacionados são sensação de peso na pelve, inchaço no corpo, sensibilidade das mamas. Nada de menopausa precoce, nem ganho de peso, fique tranquila!
De diversas maneiras! Durante uma consulta, a saúde do casal é avaliada, seus desejos são acolhidos e doação de sêmen e óvulos é abordada. Diante dessas informações, podemos traçar o melhor planejamento reprodutivo.
Para exemplificar, em um casal homoafetivo feminino, uma mulher pode ser a doadora do óvulo e a outra pode gestar. Já diante de um casal homoafetivo masculino, um óvulo de doadora pode ser fecundado com o sêmen de um dos parceiros e este embrião pode ser gestado por uma outra mulher, o que chamamos de “barriga solidária”.
A endometriose é um dos principais fatores de infertilidade entre as mulheres? Sim! Se você tem endometriose, precisa estar ciente que a doença pode afetar a quantidade de óvulos, a qualidade dos seus óvulos, a função das tubas uterinas e pode dificultar um embrião a se implantar no útero. Além disso, cirurgias que buscam tratar a endometriose podem afetar o estoque de óvulos.
Mas a boa notícia é que nem todas as mulheres com endometriose terão dificuldade para engravidar.
Dessa forma, você deve entender qual o grau da sua endometriose e de que forma ela está afetando a sua fertilidade para que você, com essas informações, possa fazer um melhor planejamento reprodutivo!
Só me promete uma coisa? Se você for fazer uma cirurgia para endometriose, não deixe de avaliar a sua reserva ovariana antes!
Mulheres com síndrome dos ovários policísticos costumam ter ciclos menstruais mais longos e irregulares. Sendo assim, ovulam com menos frequência e têm mais dificuldade de prever a ovulação para otimizar o período de relações sexuais.
Se a gravidez não está sendo alcançada devido essa dificuldade do óvulo se encontrar com o espermatozóide, alguns tratamentos menos complexos como a relação sexual programada ou inseminação intrauterina podem ser o caminho.
Para saber qual o melhor tratamento, o casal deve ser avaliado conjuntamente!
Está aí uma pergunta difícil de responder. Infelizmente, a melhor maneira de saber se uma pessoa/casal é fértil ainda é… tentando engravidar.
E para quem não quer ter filhos agora, como fazer? Através de uma consulta e com a solicitação de alguns exames (como espermograma, ultrassonografia, dosagem de hormônio anti-mulleriano) conseguimos levantar pontos no seu histórico de saúde passado e atual que podem afetar a sua fertilidade e, dessa forma, traçar um planejamento reprodutivo.
A lista é longa, mas dentre alguns pontos que serão investigados, estão: endometriose, síndrome de ovários policísticos, infecções sexualmente transmissíveis, tabagismo, obesidade, cirurgias prévias, uso de anabolizantes…
Em 2023, a OMS declarou que 1 em cada 6 pessoas enfrentará a infertilidade.
Dentre os casais que estão tentando engravidar, 85% alcançam uma gestação após 1 ano. Diante disso, depois de 1 ano de tentativas sem sucesso, é hora de procurar ajuda.
Contudo, para mulheres com 35 anos ou mais, esse tempo é menor. Após 6 meses de tentativas sem sucesso, deve-se procurar avaliação médica.
Em caso de alguma doença já conhecida que possa afetar a fertilidade, o casal não precisa esperar doze meses. O melhor é passar por uma avaliação quando decidirem ter filhos. Dentre esses fatores, estão: mulheres que já tiveram gestações ectópicas, endometriose, síndrome dos ovários policísticos, homens com histórico de criptorquidia, varicocele, dentre muitos outros fatores.
Não. E é muito comum as mulheres espontaneamente carregarem esse peso quando se deparam com a dificuldade de engravidar. Para esclarecer esse assunto, vamos aos números! Dentre os casais que se apresentam com infertilidade, aproximadamente 30% das causas são femininas, 30% das causas são masculinas, 30% das causas são mistas (ou seja, fatores femininos e masculinos que se somam) e em 10% dos casos não se encontra uma causa aparente.